Viagem

Para explorar as cidades independentemente, você precisará conhecer um pouco do transporte local. Os táxis são o melhor meio de se transportar pelo Marrocos, e o mais recomendável. Existem dois tipos de táxi: os "Grand" e os "Petit" táxis. Os grand táxis são os mais caros e são sempre carros Mercedes. Eles correm por rotas determinadas, com preços fixos para cada rota, e são os únicos autorizados a levar passageiros para além dos limites das cidades.

Os petit são normalmente pequenos carros da marca Peugeot, que só podem operar dentro das cidades. Eles possuem taxímetros que não costumam estar funcionando, portanto você deverá negociar o preço da corrida com o motorista. Barganhar pode ser bem divertido, mas é aconselhável se informar antes (com a recepcionista do hotel ou com seu Tour Leader) sobre um preço aproximado da corrida que você pretende fazer. Você terá de aceitar o fato de que os estrangeiros nunca pagam o mesmo preço que os locais. Mesmo assim, o preço médio para uma corrida dentro dos limites da cidade não é alto.

Não se assuste com o fato de que, no Marrocos, os táxis são compartilhados, e você muitas vezes poderá ter que dividir seu táxi com outras pessoas que estiverem seguindo na mesma direção. Uma vantagem deste sistema é a economia, já que o preço da corrida acaba sendo dividido entre os passageiros.

Nas grandes cidades, existem ainda muitas companhias de aluguel de carros. É importante tomar cuidado com preços muito baixos, pois a condição dos veículos pode estar prejudicada (pneu furado, etc). Outra opção são comboios/trens, que têm a vantagem da sua velocidade, frequência e conforto. No entanto, a rede de caminhos-de-ferro é pequena e muito frequentemente os tres estão atrasados. Logo, se estiver com pressa, não conte com os horários.

 

Acomodação

Marrocos tem um leque variado de alojamentos: hotéis de todas as categorias, albergues, riads, campings, pousadas e casas particulares. Há hotéis em Marrocos para todos os gostos e de todos os preços.

Riads e Maison d’hôtes: uma Riad é uma casa normalmente do fim do século XVIII ou século XIX, antigamente habitadas pela alta burguesia marroquina, que com o passar dos tempos se mudaram para cidades mais desenvolvidas. Há riads para todos os estilos e para todos os preços. As melhores cidades para se ficar em riads são: Marrakech, Fez e Ouarzazate.

Auberges e Hotéis familiares: os auberges são uma das melhores soluções para Marrocos. São de maneira geral negócios familiares, onde preços acessíveis se juntam a um ambiente amigável e de boa disposição.

Hotéis de estilo internacional: são os hotéis que todos conhecem, como Ibis, Sofitel, Mediterrane, etc. A qualidade é sempre boa.

Hotéis Baratos: muito baratos, normalmente custam de 4 a 7 euros por pessoa. Não costumam ter casa de banho privada e por regra geral são limpos, ou com o mínimo de condições, excluindo os hotéis baratos em Fes, que não são muito limpos. Há destes hotéis por todas as cidades em Marrocos e são, na sua maioria, a escolha dos marroquinos.

Pousadas da juventude: para aqueles com menos dinheiro, existem pousadas da juventude, que podem ser encontradas nas maiores cidades. O preço por pessoa vai de 4 a 15 euros, dependendo da quantidade de pessoas que ficam no quarto.

 

Comes & Bebes

A cozinha marroquina utiliza muitas especiarias, como açafrão, canela, cominho, gengibre, alho, pimenta, entre outras. Porém, o sabor dos pratos não é agressivos. Os mais tradicionais, que se encontram sempre no país, são:

Tajine - é um tipo de guisado ou ensopado cozinhado e servido numa travessa própria feita de barro (que se chama tajine). Pode ser de frango, carne de vaca, borrego, peixe, marisco, etc.

Couscous - é um pouco parecido com o Tagine e utiliza os mesmos ingredientes, mas em vez de ensopado vem com o couscous, um preparado tipo arroz fino feito à base de cereais.

Pastilla - é um tipo de empadão feito à base de massa de arroz e com algum recheio (frango, carne picada, atum, marisco, etc), depois envolto numa massa fina folhada.

Nas zonas costeiras também se come muito peixe, frito ou grelhado, acompanhado de salada e batatas. O pão tradicional, redondo e achatado, é muito bom, principalmente quando está novinho.

Quanto a bebidas, o chá de menta (chá verde com folhas de hortelã e, normalmente, muito açúcar) bebe-se em todo o lugar e a toda a hora. O suco de laranja natural é outra das bebidas tradicionais e está sempre presente nos almoços ou ao longo de dia em cafés ou bancas de rua.

Se o paladar se fartar destes temperos exóticos, encontram-se sempre opções mais neutras, como calamares, massas, pizzas, sopa, omeletes, saladas variadas, etc.

  

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