Amsterdã

Capital e centro nervoso da Holanda, com 725 mil habitantes, é a lendária cidade de canais, onde cada grupamento de quarteirões é uma ilhota ligada à outra por charmosas pontes. Com alguns dos melhores museus da Europa, também é lembrada por sua cultura cosmopolita e liberal, desde os tempos das guerras religiosas entre católicos e protestantes às perseguições aos judeus até o presente, quando é considerada a capital gay européia. Ruas com prostitutas em vitrines, sex shops e uma idéia muitas vezes equivocada do uso livre de narcóticos fazem a imagem junkie de Amsterdam. Seja como for é uma das cidades mais encantadoras do continente europeu, especialmente no verão, tornando-se uma visita imperdível, nem que seja por pouco dias para quem está em Paris ou Londres.


Fonte: http://voyage.portail.free.fr

Informações

Código da cidade: 020
Centros de Informações: Na estação há três: um VVV na plataforma 2 (suba a escada), que está constantemente cheio e pode dar todo tipo de informação, aberto das 8h/9h-20h, domingos até 16h30; outro privado, que pertence a uma casa de câmbio, no fim do corredor à direita de quem vem dos trens, limitando-se a reservar albergues e hotéis mediante pequena taxa e eventualmente dar algum mapa de propaganda. Um terceiro posto de informações na estação é para horários, itinerários e venda de passagens de trem. Saindo da estação pela frente, na própria Stationsplein 15 há um escritório do VVV com as mesmas características, ao lado do metrô, na beira do canal. Há mais um no aeroporto e, por fim, mais ao sul de Amsterdam, na Leidseplein 1.

Banheiros: Em Amsterdam todos os banheiros públicos são cobrados. Se você for a uma boate e estiver consumindo, ainda assim terá que pagar pelo direito de usar o banheiro. Em lugares como museus, estações, etc. há uma senhora responsável pela limpeza, montando guarda na entrada, com um pires. Deixe pelo menos alguns centavos se for usar o WC.

Internet: Acesso em vários locais: em Nieuwendijk, 19 (vindo da estação pela Martelaarsgracht, 1ª dir). O eclético Coffee Shop Easy Times, na Prinsegracht 476 também dispõe de internet. Na mesma Prinsengracht (trams 1, 2 e 5 até lá) a 200m da Leidsegracht (em direção à Casa de Anne Frank) fica a Biblioteca Pública, que, como melhor opção, oferece acesso gratuito - com micros em dois andares. Se estiver cheio, reserve horário.

Na cidade

Orientação

A área central da cidade (onde se localizam as atrações e albergues) lembra uma teia de aranha, constituída de canais em formato oval, partindo de um topo que é a estação central, por onde passam quase todas as linhas de bonde. As ruas saem deste foco como raios, cortando as elipses dos canais. Uns 400m ao sul da estação está o coração histórico da cidade, a Dam, a praça com a catedral e a antiga prefeitura. Outras praças importantes e pontos de referência são Leidseplein e Rembrandtplein. Duas palavras básicas para entender a formação urbanística da cidade: "straat" quer dizer "rua" ou "estrada", e "gracht" significa "canal". Este apêndice nas palavras indica que tipo de endereço você está procurando. Adicione "plein" para "praça" ou "largo" e pronto, já tem como decifrar os mapas.

Chegando e saindo

A estação concentra o transporte ferroviário e pode ser acessada por quase todas as linhas de tram (bonde), ônibus e metrô. De lá partem os trens para todo o país e o continente europeu. O escritório da Eurolines em Amsterdam fica em Julianaplein 5, para reservas e venda de tickets.

Como Circular

O ideal é caminhar por Amsterdam e, com tempo, deixar-se perder por seus canais, o que não é difícil. A cidade possui uma linha de metrô que liga a estação com o subúrbio sudeste. Outras regiões distantes são alcançadas via ônibus. No dia-a-dia de um turista, o tram, o simpático bondinho de superfície, será mais do que o suficiente, com suas linhas servindo toda a área central e além. Atenção especial à linha 20, que circula a cidade passando por quase todos os pontos turísticos; eis um meio eficiente de se ter uma rápida noção dos espaços e chegar nas atrações.
Os transportes são interligados. Há bilhetes simples e múltiplos (para 3, 15 e 45 viagens), onde cada viagem dá direito a 1 hora a partir da validação no primeiro veículo. Também disponível o passe de 1 dia (24 horas) e 3 dias. São vendidos em qualquer VVV, nos guichês da estação e algumas lojas.

A bicicleta é o meio de transporte preponderante na Holanda, e Amsterdam não é exceção. Bicicletas alugadas podem ser horríveis, velhas, e com aquele freio antigo de se pedalar pra trás (se você não andava de bike em 83 não sabe a chatice que era). Ainda assim, são extremamente visadas por ladrões, que as vezes vendem por preços muito baixos. Nunca tente comprá-las, se quiser evitar encrencas. Para usar as bikes, existem inúmeras ciclovias por toda a cidade e, o melhor de tudo, nem sequer um morrinho para subir. Alugue em: Yellow bike, Nieuwezijds 29, trams 1,2 e 5 até lá. Também oferecem tours como: tour Amsterdam, 3h, em inglês; Tour Windmills, 6h, em inglês. MacBike, em Mr. Visserplein 2, em frente ao Joodsmuseum: por semana ou por dia, mais depósito.

 

Acomodação

Albergues HI

Stayokay Amsterdam Vondelpark, Zandpad 5, em frente ao parque de mesmo nome. Fone 5898996, fax 5898955, e-mail: vondelpark@stayokay.com. Tram 1, 2 ou 5 até Leidseplein, desça e caminhe rumo ao Mariott, vire à esquerda pela Stadhouderskade mais 100m até a 2ª direita (Zanpad). Diária em dorms e em single, café da manhã incluído e banheiros no quarto. Tem 457 camas em dormitórios para 8 a 16 pessoas, além de singles e doubles. Lock-out 10h/14h, sem curfew (recebe-se um cartão/chave + porteiro 24h). Lockers, internet (teclado ruim), aluga bikes, bar, restaurante. É o maior albergue da Holanda, com aquele ar de organização-padrão, de instalações limpas e arejadas, prédio amplo, gente entrando e saindo a todo instante, sempre com brasileiros. O staff é frio, explicado talvez por lidar com multidões de turistas sem reserva todos os dias da alta temporada. Não espere conseguir uma cama para o dia seguinte por telefone; esteja lá às 8h e prepare-se para esperar por eventuais vagas. E se você não tiver pago antecipadamente por toda sua estadia pode ter problemas para garantir novas noites, mesmo já estando lá. Está localizado perto da Leidseplein (3min a pé), onde a noite ferve.

 

Albergues Independentes

Flying Pig (www.flyingpig.nl), apresenta "duas filiais", uma ao lado do Vondelpark e outra na Dam, mais no centro. Flying Pig Park, Vossiustraat 46, fone 4004187, tram 1, 2 ou 5 até Leidseplein, desça e caminhe rumo ao Mariott, vire à esquerda pela Stadhouderskade, 1ª direita depois do Vondelpark. Flying Pig Dam Nieuwendijk 100, fone 4206822. Estando no Damrack, vire à direita atrás do hotel Victoria. Em qualquer um deles, preços por pessoa em dorm, para 4 pessoas e em double. Diminuem os preços durante o inverno. A maioria tem WC no quarto. Os dois albergues são do tipo apertado, em prédios caindo aos pedaços, com sala de TV, internet e o indefectível bar onde viajantes mais alternativos passam suas noites. Cobram pelo depósito de chaves e pelos lençóis, lockers gratuitos nos quartos e um café da manhã bem regulado.

Hans Brinker Hotel (www.hans-brinker.com). Kerkstraat 136, fone 6220687. Tram 1, 2 ou 5 até Keizergracht, seguir pela Leidsestraat, 1ª esq + 100m. Dorm 6/8 camas, triplos, total 550 camas, WC no corredor, sem lock-out ou curfew, mas com bar. Posters da campanha de 1999 mostravam adolescentes arrumadinhos com a frase check-in e os mesmos jovens com cara de chapados, olheiras, cicatrizes e os dizeres check-out, dando a entender que chapados ali não são bem-vindos. Apesar disso, é sujo, escuro e meio alternativo.

Shelter Jordan Christia Hostel (www.shelter.nl), albergue YMCA. Bloemstraat 179, fone 6244717, tram 13 ou 17 até Rozengracht, ir até ponte à esquerda e pegar à direita antes de atravessar, 1ª direita. Diárias por pessoa em dorm que vai de 14 camas a um batalhão. Lock-out 10h-13h, curfew 1h. Esse predinho simples (e feio) abriga um albergue carola, onde católicas bigodudas procuram oferecer uma opção de estada para visitantes mais puros. Café simples incluído na diária, assim como lençóis e toalhas. Oferece um jantar barato e pode-se usar a geladeira e as dependências para comer seu próprio lanche comprado em supermercado. À noite, desfrute de uma emocionante partida de damas na sala de jogos, reze e vá para cama.

Shelter City Christian Hostel (www.shelter.nl), albergue YMCA, Barndesteeg 21, fone 6253230. Diária para dorm de 8 camas. Lock-out 10/13h, curfew 24h. Versão mais central do YMCA, ao lado da Dam, este abriga um público mais junkie. As mesmas facilidades e condições gerais do anterior, incluindo o batalhão. Tem 166 camas; lockers pagos (recomendável).

Bob's Youth Hostel (www.bobsyouthhostel.nl). Nieuwezijds Voorburgswal 92, fone 6230063. Vindo da estação, caminhe até o hotel Victoria e vire à direita, seguindo pela Martelaargracht até a rua. Diárias por dorm de 6/16 camas, por pessoa em triplo e por pessoa em double. Depósito pago pela chave, locker pago, e oferta de jantar vegetariano. Lock-out 10h/12h30, sem curfew. A tribo deste albergue é chegada num baseado, além de outros que vão pela proximidade da estação. Vive cheio na alta temporada, quem quer ficar deve chegar cedo ou pagar por um colchão.

 

Comes & Bebes

Próximo à Leidseplein (trams 1, 2 e 5) há muitos bares e restaurantes, alguns com acessíveis "tourist menu". Casas argentinas nas redondezas podem matar a saudades de carne (com fritas) por preços relativamente em conta e bastante fartura. Outros picos gastronômicos ficam ao redor da Dam (trams 1, 2 e 5) e Rembrandtplein (trams 4, 9 e 20). E não deixe de provar a torta de maçã com nata num café à beira dos canais.

 

Atrações

A Museumkarte dá acesso à boa parte dos museus (à venda nos CIs), exceto alguns como o Tussaud's. Vale por um ano e inclui também alguns museus fora de Amsterdam. Faça uma estimativa de suas visitas e veja se vale a pena. Menores de 24 anos pagam menos.

 

Praças e áreas

Dam Nieuwekerk Dam Square. Praça central da cidade onde ficava o mercado e a antiga catedral, construída entre 1400 e 1500, e reformada pelos protestantes em 1645; é onde acontece a coroação dos reis da Holanda. Visite a igreja (pago) e as exposições (pago), abertos das 10h-18h, e terças até 22h. Também na praça localizam-se o Koninklijk Paleis e o museu de cera Madame Tussaud's (veja adiante).

Leidseplein e Rembrandtplein. Tradicionais praças e pontos de referência de Amsterdam, com bares, restaurantes e uma agitada vida noturna. Típicos pontos que devem ser passados em alguma caminhada pela cidade. Da Rembrandtplein, veja a Bridge of 15 Bridges, onde você pode admirar simultaneamente 15 pontes.

Red Light District. Quem já não ouviu uma história sobre uma rua em Amsterdam onde prostitutas ficam expostas numa vitrine? Na Holanda, deve-se saber, a "mais antiga das profissões" é licenciada e paga imposto. Neste bairro, as "senhoras" alugam janelas em casas de família para expor seus dotes (algumas, é verdade, a falta deles) para os transeuntes - holandeses e turistas - na esperança de fechar negócio. Há policiais à paisana por toda parte, e o máximo de desconforto é ter de aturar eventuais e inofensivos vendedores de haxixe. Ok, não dê bobeira e fique tranqüilo, pois a área é perfeitamente segura, mesmo durante a madrugada. Para chegar, cruze o primeiro canal vindo da estação central e tome à esquerda na direção da Oude Kerke, a antiga catedral. Em torno dela é que acontece o babado. Sem stress, vale a visita - à rua, é claro.

 

Artes

Van Gogh Museum. Paulus Potter Straat, 7 trams 1, 2 e 5. Abre 10h-18h, entrada paga. Um dos principais atrativos de Amsterdam, apresenta a maior coleção de pinturas do mestre holandês (incluindo sua coleção privada, de outros artistas). Especialmente interessante por exibir em ordem cronológica, onde se percebe a evolução de estilo do grande pintor. Novas instalações incluem a ala desenhada pelo arquiteto Kisho Kurokawa, ligada ao prédio original com exposições temporárias. Ao lado e próximo do museu, respectivamente, localizam-se o Stedelijk Museum e o Rijksmuseum.

Rijksmuseum. Stadhooder Skade 42. Trams 2 e 5 até Hobmemastraat. Abre ter/sáb 10-17h, entrada paga. Maior galeria e pinacoteca da Holanda, só o prédio já é um espetáculo de arquitetura. Destaca-se a enorme pintura The Night Watch, de Rembrandt, entre outros mestres holandeses dos séculos 15 a 19. Também há pinturas medievais, renascentistas e outros estilos artísticos como esculturas, gravuras e mobiliário antigo.

Stedelijk Museum. Pauluspotterstraat, 13. Tram 2, 5, 20 até Pauluspotterstraat. Entrada paga, abre 11h-17h. Este museu mostra alguns dos gigantes da arte moderna holandesa, bem como artistas internacionais. No acervo, obras de Picasso, Monet, Chagall, Matisse e Cézanne, entre outros. Apresenta também fotos, gravuras e outras tendências de arte contemporânea, com muitas exposições itinerantes. Se quiser economizar um troco, apareça depois das 16h30 que você não paga (bondade deles? Não, começam a fechar o caixa pra saírem às 17h em ponto), mas vai ter de ver tudo muito rápido e com certa pressão. Não que não se possa fazer isso todos os dias...

Koninklijk Paleis. Na Dam Square, aberto seg/sex, 13h30-17h (11h-17h30 no verão), entrada paga. Antigo Palácio Real durante o jugo de Luís Napoleão, já foi também prefeitura e atualmente é um museu com esculturas de mármore e sacadas arquitetônicas dignas de suas épocas. Atração rápida com alguns detalhes interessantes.

Rembrandthuis Museum. Jodenbree straat 4. Trams 9,14 e 20 até Visserplein. Saindo do tram, seguir à direita pela rua mais uns 100m. Entrada paga, aberto de seg/sáb 10h-17h, domingos 13h-17h. Coleção do impressionante impressionista, na própria casa onde o pintor morou.

 

História

Anne Frank Huis (Casa de Anne Frank). Prinsengracht 263. Trams 13, 14, 17 e 20 até Westmarkt. Aberta 9h-19h (até 21h no verão), fecha nos feriados judaicos. Entrada paga. Outra atração top de Amsterdam. Apresenta a casa onde Anne Frank, adolescente judia, ficou escondida por 2 anos, junto com seus pais, irmã e outra família. Nesse período, escreveu um diário narrando o incomum cotidiano, até serem descobertos pelos nazistas. Enviados a diferentes campos de concentração, Anne e todos os demais morrerem, exceto seu pai, que pouco depois da Guerra publica o diário da filha. O livro tornou-se um best-seller, com mais de 13 milhões de exemplares vendidos em 50 idiomas. Além do esconderijo, a casa apresenta um museu com a cronologia da Guerra destacando a família Frank no cenário. Vale a pena enfrentar as filas - é um dos locais mais interessantes de toda a Europa para se ter uma real idéia do que representou o Nazismo, e não apenas no contexto histórico.

Hollandsche Schouwburg (Museu-Memorial). Plantagemiddlen, 24. Trams 9, 14 ou 20 até a rua, de frente à parada. Entrada gratuita, abre 11h-16h. Antigo teatro ocupado por alemães e transformado em ponto de controle e deportação de judeus durante a Guerra, hoje retrata de forma geral a perseguição nazista.

Versetz Museum (Museu da Resistência). Plantagekerlaan, 61. Tram 9, 14 ou 20 até Plantagemiddlen, pegue a esquerda, vire a primeira à esquerda, 150m do lado esquerdo. Abre de ter/sex 10h-17h, fins de semana 12h-17h, entrada paga. Esse é um museu completo sobre a resistência holandesa durante a ocupação nazista, com um enfoque pouco tradicional: textos e depoimentos de pequenos feitos de grandes homens e mulheres contra a opressão alemã. Organização de espaço impecável, mais recursos de multimídia e explicações em inglês transformaram esse prédio, que já foi clube de canto, garagem de táxi e posto policial, num dos mais interessantes museus de Amsterdam, ainda não tendo sido descoberto pelos turistas.

Joods Historisch Museum (Museu da História Judaica). Jonas Daniël Meijerplein, 2. Trams 9, 14, 20 até Visserplein. Aberto 11h-17h, fecha nos feriados judaicos. Entrada paga. Esta região era um bairro judaico até a invasão nazista, quando seus habitantes foram em sua maioria enviados e dizimados em campos de concentração da Europa. O museu está situado no que eram 4 sinagogas e apresenta a história do judaísmo através de fotos, filmes e objetos típicos. Ideal para quem quer descobrir um pouco mais sobre o seu povo, a religião e a cultura judaica ao longo dos anos. Ao lado, a Joods-Portuguese Synagogue (Sinagoga Portuguesa), aberta 10h-15h, entrada paga, finalizada em 1675 por judeus-portugueses fugitivos de seu país, já foi a maior sinagoga da Europa.

Amsterdam Historisch Museum. Kalverstraat, 92. Tram 1, 2, 5 até Spui, atravesse a rua e siga 150m à esquerda. Abre 10h-17h (11h-17h nos finais de semana), entrada paga. Grande coleção de slides, quadros, esculturas, reproduções, objetos, maquetes, enfim, todo o tipo de mídia para contar a história povo holandês, que arrancou a maior parte de seu país do mar. A variedade de objetos torna essa visita muito agradável e leve, ideal para um dia mais relax.

 

Outros

Cervejaria Heineken. Stadhouder skade, 78. Tram 16, 24, 25 até Campenstraat. Abre de seg/sex, tours às 9h30 e às 11h e no verão uma sessão extra às 14h30; sábados de verão, sessões às 11h, 13h e 14h30. Entrada paga, que vai para a caridade (Alcoólicos Anônimos?). Ordem do dia: embarcar num dos tours para ver a fábrica da mundialmente famosa cerveja da latinha verde - a história, o processo, as máquinas e, principalmente, a degustação nos parcos minutos finais. Espere encontrar o tipo de carinha que vai só pela cerveja grátis.

Madame Tussaud's (Museu de Cera). Em frente à Dam Square, aberto 9h30-19h30 (verão) e 10h-17h30 (inverno). Entrada paga. É uma filial do homônimo em Londres, com as tradicionais figurinhas de famosos, vultos, personalidades e muitos desconhecidos, em escala natural e paramentadas e acondicionadas em seus respectivos contextos históricos. Se você é um fã dos bonecos de cera e estiver indo à capital inglesa, veja lá.

Sex Museum. Damrak 18, próximo à estação central, abre 10h-23h30, entrada paga. Sexo também é cultura - pelo menos é um argumento que podemos nos dar para visitar este curioso museu. Cintas-caralho, filmes pornôs do começo do século, infinidade de fotos, objetos e histórias picantes, gibis, esculturas, instalações, fetiches, aberrações sexuais, enfim, qualquer coisa que explore aquilo que todos nós fazemos, mas não em público. A melhor cena, no entanto, é ver a cara dos turistas fingindo que tudo aquilo é muito natural, quando na verdade estão constrangidos.

 

Passeios

Vondelpark. Parque mais interessante e belo da cidade, bom para um passeio a pé ou de bike. Trams 1, 2 e 5 até Leidseplein, vá em direção ao Mariott, vire à esquerda e caminhe até a entrada. Situado junto aos albergues HI Vondelpark e Flying Pig Vondelpark, fica próximo ao Van Gogh Museum e Rijksmuseum.

Canal Bike. Pedalinhos pelos canais para até 4 pessoas. Pago por cabeça. Há quatro postos na cidade onde você pode alugar ou largar seu pedalinho: em Anne Franke Huis, Leidseplein, Keizergracht e Rijksmuseum. Reservas pelo fone 6265574, com depósito.

Museumboot. Barco que circula pelos canais de Amsterdam, parando em museus. Dura um dia e dá desconto de 50% nos museus visitados, fazendo um total de 6 paradas com freqüência variando entre 30 e 45 minutos. Reservas pelo fone 5301090, ou informações junto ao Rijksmuseum.

 

Mercado

O mercado das pulgas Waterlooplein, na praça de mesmo nome (tram 9, 14 ou 20), e o mercado de flores em Singel (tram 1,2 ou 5) funcionam de seg/sáb durante o dia.

 

Compras

Além do comércio que você encontra por toda a cidade, destaca-se o Magna Plaza, um shopping center (não muito grande, mas muito chique), logo atrás da catedral da Dam.

 

Coffee Shops

São os pontos tradicionais de Amsterdam, sendo famosos por venderem o que você não encontraria numa "cafeteria" brasileira. O mais popular é a rede Bulldog (www.thebulldog.com); porém hoje é essencialmente turística. Melhor talvez seja o Rookie (www.rookies.nl), Korte Leidsedwartsstraat, 145, na Leidseplein, uma quadra depois do Burger King. Na Europa, mais comum que a maconha é o haxixe e lembre-se que sair "carregado" de Amsterdam, e principalmente da Holanda, pode ser incomodação - e das brabas.

Para mais informações, visite www.iamsterdam.com ou www.amsterdam.nl.

 

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