Viagem

As grandes cidades italianas têm aeroportos com vôos domésticos e internacionais. Para percorrer o território italiano, nada como o trem. As cidades costumam ser próximas umas das outras, e todas com estações. O trem mais rápido é o EuroStar, onde você obrigatoriamente precisa fazer reservas e pagar um suplemento. Na sequência de velocidade vem o Intercity (IC) e por fim os regionais, fazendo muitas paradas. Nas estações, os horários ficam disponíveis em um grande painel, além de impresso como timetable. Os trens são normalmente pontuais e razoavelmente confortáveis - mas no verão podem lotar com facilidade e você vai se sentir como num estádio de futebol em dia de decisão. Para ônibus, Lizza é a companhia italiana, com destinos para várias cidades ao longo do país. Barcos, ferries e navios são transportes comuns, já que a costa italiana é bem extensa, incluindo suas populares ilhas. Para quem está de carro, dirigir pode ser uma boa, com estradas legais e bem sinalizadas. Há uma central de caronas em Florença e pedir em auto-estradas é ilegal.

Avião: ao aeroporto Leonardo da Vinci (Fiumicino), em Roma, e ao de Malpensa, em Milão, chega a maioria dos voos de longa distância, inclusive os do Brasil. O aeroporto de Linate, em Milão recebe alguns voos do resto da Europa, mas a maioria também pousa em Veneza, Turim, Nápoles e Pisa.

Trem: a maior parte da malha ferroviária italiana é formada por um sistema estatal controlado pela Ferrovie dello Stato (FS). Os trens que chegam à Itália de outras partes da Europa cruzam lindas paisagens, como as dos Alpes. Nos de alta velocidade, o passageiro quase sempre precisa reservar lugar.

Ônibus: os ônibus de longa distância (chamados de pullman ou corriere) costumam ser mais baratos e frequentes do que os trens. Eles partem em geral da estação de trem ou da praça principal da cidade. Diferentes companhias de ônibus podem operar em uma mesma cidade.

Ferryboat: por ter numerosas ilhas na costa, a Itália desenvolveu um amplo sistema de ferryboats, que atende também as regiões dos lagos. Os ferryboats partem para a Sicília a partir de Nápoles e de Reggio di Calábria. Dos maiores portos sicilianos pode-se ir para os arquipélagos e ilhas próximas – por exemplo, de Nápoles para Capri e Ischia. Os barcos rumo à Sardenha saem de Civitavecchia (norte de Roma), Livorno e Gênova. Há um serviço de embarcações que conecta Brindisi a Corfu e Patras, na Grécia. No verão, as filas nos ferryboats são comuns; faça reserva com antecedência.

Carros: viajar de carro talvez seja o modo mais prático de conhecer a Itália, mas vale a pena considerar o alto preço da gasolina (benzina), a dificuldade de estacionar nas cidades e o peculiar modo de dirigir dos italianos.

A rede rodoviária do país é boa, mas muitas de suas estradas ficam congestionadas com freqüência. O roubo de carros é comum: nunca deixa nada dentro do veículo. Alugar um carro na Itália (autonoleggio) não é barato. Convém fazer o aluguel ainda no Brasil ou optar por um pacote turístico do tipo fly-drive, que já inclua o carro alugado. Nesse caso, as locadoras italianas podem oferecer preços melhores do que grandes grupos internacionais. Antes de viajar, o motorista brasileiro deve providenciar uma carteira de habilitação internacional para dirigir no país.

Acomodação

Na Itália, o nível da hospedagem vai das pensione familiares aos palazzi renascentistas, e os preços variam conforme cada caso. Os hotéis elegantes de Veneza e Florença são muito caros. Há menos hospedarias do que em muitos países, mas é possível encontrar valores justos em todos os níveis. Reserve com muita antecedência, especialmente se quiser um quarto com vista.

A diferença da diária dos albergues para as demais acomodações é quase a metade. A chateação do curfew ainda existe e varia entre 23h30 e 0h30, com albergues fechados até às 14h para limpeza (lock-out). Nas diárias costumam estar incluídos lençóis e café da manhã - simples, com pão, manteiga, geléia, café, leite e suco. Muitos oferecem jantar. Geralmente paga-se quando vai embora. Com uma boa estrutura, a maioria tem bar e lavanderia. No verão é recomendável fazer reservas ou chegar de manhã cedo para garantir a cama.

Ainda mais baratos que os hotéis são os dormitórios, mais simples ou com muitas camas, frequentemente ao redor das estações de trem. Não costumam incluir café da manhã.

Comes & Bebes

Comer (mangiare) na Itália é sagrado, um verdadeiro ato social - é sem dúvida um dos países onde o melhor e mais farto vai à mesa. Um dos programas genuinamente italiano é ir a um bom restaurante, pedir um vinho e seguir todo o ritual de pratos: anti pasto (entrada), primo piatto (primeiro prato: massa, sopa ou risoto), secondo piatto (segundo prato, carnes com cotorni, que são batatas ou legumes), insalata (salada), sobremesa, caffé e amaro (café com grapa, que é cachaça de vinho). Locais típicos são restaurantes, trattoria (mais familiar e informal), pizzeria, osteria (ótimo para beber vinhos, onde servem pequenas porções de comida) e birreria (cervejaria). Na Itália, encontra-se também muitas rosticceria, que são lugares especializados em algum tipo de comida para comprar e fazer em casa (queijos, pães, etc.). Sentar à mesa aumenta o preço. Pratos tradicionais são pastas (macarrão), pizzas e formaggi (queijos pasteurizados). Bebidas: vini (vinhos) principalmente, capuccino, licores, aperitivos e grapas. Nas regiões da Toscana e da Umbria (no centro do país), encontram-se muitas olivas e ervas. No sul, a comida é mais picante e os doces mais ricos e recheados. Outra região onde a gastronomia é famosa é Emilia Romana, cuja cidade mais importante é Bolonha. Experimente o spaguetti bolognese, tortellini e mortadella, conhecidos mundialmente. Inesquecíveis vão ser as paradas para os gelatos ou gelati, os maravilhosos sorvetes italianos.

Dicas: para aproveitar o melhor da comida italiana, tente comprar sempre itens da estação. Cogumelos e uvas são melhores no outono. A primavera é tempo de provar aspargos, morango e alcachofra. No inverno, não deixe de experimentar couve-flor e brócolis, assim como os limões de Amalfi e as laranjas sumarentas da Sicília. No verão chega a época da ameixa, pêra e cereja – e também da abobrinha, berinjela, tomate e melão.

Etiqueta

Os italianos reparam no modo de vestir alheio, e roupas incomuns chamam a atenção. Há restrições quanto aos trajes em muitos lugares, com a proibição de ingresso de quem veste shorts, minissaias, regatas ou blusas decotadas.

De gorjeta nos restaurantes quando esta não vier incluída na conta – geralmente 15%, embora um extra de 10% já seja considerado alto.

Os taxistas e porteiros de hotéis esperam gorjeta ao serem solícitos com o turista.

 

  

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